segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Encontros

Perdi o raciócinio, a concentração e a noção. Me perdi em pensamentos, me deixei levar...
Confesso que tive medo, e... Confesso que ainha tenho medo.
Não sei ao certo o que esta acontecendo comigo, sinceramente não sei o que está acontecendo.
Eu estava inerte, em um mundo particular, - Fui achado mesmo sem estar perdido -
E retirado do meu mundo pra viver em outro.
Voltei a olhar a rua, a lua, as estrelas... Voltei a contar segredos ao meu travesseiro.
Agora me encontro em busca de algumas respostas - respostas sinceras e com cores vibrantes.
Eu fecho os olhos e lembro dos encontros, das idas e vindas...
Lembro da vida... Só faço lembrar. Me perco em pensamentos, Viajo em idéias.
Será que estou sonhado? - É ai que me confundo. -
Encontros... Eu aguardo o teu sinal, aguardo, sempre aguardei...
 
E mais uma vez, estou a escrever...
A diferença é que agora as palavras estão mais seguras,
Eu estou mais crescido, e estou pronto para aprender mais uma vez.
 
Encontros, venha ao meu encontro que eu te conto o quanto é bom.
E quando a noite chega, eu aguardo os encontros...


Boa Noite ;)

sábado, 8 de setembro de 2012

Conversando com meu EU



Por um instante torci para que a noite não chegasse e que o dia não tivesse fim. Queria poder congelar o tempo, e ficar naquele exato momento, mas, o máximo que pude foi registrar tudo... Guardei aquele momento na minha memória, arquivei bem lá no fundo – poderia ser apenas um sonho – para que pudesse lembrar assim que acordasse. A noite chegou, e logo depois amanheceu... Olhei para o relógio, andei impaciente, me encontrava aflito – tive medo nessa hora – voltei para cama e tentei dormir... Não consegui. – Tudo parecia estranho, era como se a mesma história se repetisse várias vezes – mas eu já não sou o mesmo, não ia ‘errar’ novamente, não podia! Me perguntei: O que eu estava fazendo ali? – A resposta ecoava em meus ouvidos. Eu sabia, mas não entendia. Foi ai que descobrir que o muro havia se quebrado. Tudo fazia sentido. Mas eu não queria acreditar. - Estava frágil, mas ao mesmo tempo forte. Liguei o chuveiro, enquanto a água caia sobre meu corpo, eu via as lembranças que guardei no mais intimo de mim... Sai do banheiro atordoado, queria reviver aquilo novamente - eu esperei tanto para que esse momento chegasse e não podia esquece-lo na gaveta. - Me troquei, tomei um café e sai em direção de algo muito semelhante da felicidade. É hora de ser feliz... ;)

domingo, 2 de setembro de 2012

Dor

Madrugada, solidão... Uma cama, um lençol...
Eu fecho os olhos para amenizar a dor, mas não adianta.
Nada aquieta meu coração que pulsa forte dentro de mim,
É como se meu sangue fervesse a medida que lembranças ecoavam.
Minha carne enrijecida, tensa com tudo isso me prendia na cama.
Respiro fundo tentando contornar essa situação, mas não consigo.
Meu corpo está seco, já não tenho voz para gritar.
Preciso levantar, lavar o rosto e beber um pouco de água.
Eu odeio tudo que me fez afundar, que me fez sair do eixo.
Odeio olhar para frente e ver que tudo era promessa.
Que nada foi tão real assim e que nada me valeu a pena.
Será que tudo isso que dizias era amor? Não mesmo!
Te peço carrega minha dor, leva ela pra longe de mim
Me faz esquecer que um dia a conheci... Suplico!

Porque ainda me dói muito viver nessa solidão,
Tenho vontade de chorar, de deixar transbordar toda a minha dor,
Só assim paro com a mania de extravasar de outras formas.
Não me acostumei com essa situação. mas eu aprendi...